Por que é importante discutir o genocídio indígena!

Site darwinianas, do INCT IN-TREE, publica artigo sobre o tema e apresenta argumentos

Em meio a ações questionáveis do governo na área ambiental, o crescente desmatamento na Floresta Amazônica e no Pantanal, ações de grileiros e garimpeiros em terras indígenas, a COVID-19 surge como mais uma ameaça, especialmente, face à ausência de medidas protetivas. Reflexões sobre esse cenário foram reunidas em texto, recentemente publicado no site darwinianas.com, vinculado ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Estudos Inter e Transdisciplinares em Ecologia e Evolução ( INCT IN-TREE).

No artigo, assinado pela professora da UFBA, Claudia Sepulveda, e pelo doutorando em Ensino, Filosofia e História das Ciências/UFBA, Bruno Althoff, é traçado um panorama da vulnerabilidade indígena desde os primeiros anos da colonização, quando o contato com os europeus resultou em milhares de mortes provocadas por doenças para as quais os nativos americanos não tinham imunidade. A elipse de mais de 500 anos parece frágil diante da gritante semelhança das situações de violência e descaso. Se, no passado, a invasão e exploração do território indígena acarretaram inúmeras epidemias, no presente, a falta de políticas públicas contundentes para a demarcação de terras vêm agravando o quadro da pandemia do coronavírus nas tribos brasileiras.

Ao longo do texto, os autores indicam leituras, fazem referências a fatos históricos e citam a plataforma para monitoramento da situação indígena em meio à pandemia da COVID-19 desenvolvida pelo Instituto Socioambiental, com base em varáveis de vulnerabilidade social e epidemiológica. Além disso, também refletem sobre os recentes vetos realizados pelo governo federal no Projeto de Lei 1.142/2020, realizado pela deputada federal Rosa Neide (PT/MT). Entre os vetos, constam a  retirada da obrigação de fornecimento de acesso a água potável e oferta emergencial de leitos de hospital.

Ao longo do artigo, é facilitada ao leitor a construção de uma linha do tempo que permite visualizar a demarcação da terra indígena como uma questão humanitária! Boa leitura!!!

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